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A cana-de-açúcar da
Cachaça Caribeña, uma vez plantada (meses de janeiro a março), é colhida,
selecionada e moída pela primeira vez após uma espera de 12 a 18 meses. A
colheita é realizada no período de julho a dezembro da data daquele plantio,
ocasião em que atinge seu grau ótimo de maturação, ou seja, tempo em que é
mais acentuado o teor de açúcar da cana. Seu corte é totalmente manual sendo
que, antes deste, é efetuada a remoção de sua palha seca e do seu ponteiro
(parte do colmo pobre em açúcares). Cortados, aqueles colmos são colocados
no solo, sobre aquela palha seca, ficando assim totalmente limpos. |
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De imediato, após cortada e limpa, a cana é transportada para o alambique
onde, em um prazo máximo de 24 horas após a colheita, já será processada,
evitando-se assim sua deterioração. O início do processo de moagem da cana
consiste em moer aqueles colmos de cana em uma moenda, do que resultam na
separação do caldo puro e o bagaço. Este último, após seco ao ar, será
queimado na caldeira, onde será produzido vapor de água a ser utilizado no
aquecimento indireto do alambique, o que é, ecologicamente, bastante
apropriado. Quanto ao caldo puro extraído da cana, será decantado e filtrado
para, em seguida, ser preparado com a adição de nutrientes e levado às
dornas de fermentação. |
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Nas dornas, recipientes de forma cilíndrica, e construídos em chapas de aço
inox, onde já se encontra o fermento em seu interior (preparado à base de
produtos naturais, tais como, farelo de soja, arroz e milho, sem o uso de
produtos químicos), ocorrerá o desdobramento dos açúcares do caldo
(sacarose, glicose e frutose), principalmente em álcool etílico (etanol) e
CO2 (gás carbônico). Este é o processo da fermentação alcoólica, o qual se
prolonga por cerca de 24 horas, após o que todos aqueles açúcares já
estarão, assim, transformados em álcool etílico. No decorrer dessa
fermentação também se formam inúmeros outros compostos, tanto a partir do
fermento (levedura alcoólica) como também de outros microrganismos presentes
no processo (bactérias fermentativas) que vão se multiplicando
alimentando-se do açúcar existente no caldo de cana (mosto). Tais compostos
são, principalmente, ésteres (acetatos de etila, de butila, de isoamila,
etc.), aldeídos (aldeído acético) e álcoois superiores (álcoois amílico,
isoamílico, propílico, butílico, etc.), além de ácidos orgânicos (ácido
acético principalmente). Terminada a fermentação, o mosto fermentado
doravante denomina-se "vinho", o qual apresenta, em média, 7 a 8% de álcool
em volume. |
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O fermento, constituído pelas células de leveduras, ao final da fermentação
alcoólica do mosto se decanta para o fundo da dorna de fermentação, alí
permanecendo imóvel. Quanto ao vinho sobrenadante, é dali retirado e enviado
de imediato para o interior do alambique, onde, sob aquecimento indireto
pelo vapor de água oriundo a caldeira, será aquecido, emitindo assim vapores
hidroalcoólicos, ricos em componentes voláteis, representados por grande
parte daqueles produzidos na fermentação. Tais vapores, ricos também em
água, são encaminhados através de uma serpentina, que se encontra submersa
em água fria corrente. Desse modo, aqueles vapores quentes oriundos do
alambique, se condensam e, finalmente saem sob a forma de um destilado. A
primeira fração produzida, denominada "cabeça", rica em compostos
indesejáveis, é separada do processo e descartada por ser altamente tóxica.
A seguir, é coletada a fração "coração", que será a futura cachaça, que após
o período de descanso apresentará um teor alcoólico de 40% de álcool em
volume, a 20 graus Celsius. A terceira fração do destilado, chamada de
"cauda", pobre em álcool e rica em ácidos orgânicos, também é descartada. |
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A
fração "coração", obtida na destilação, é então encaminhada para estocagem
em barris de madeira, como o carvalho inglês, que conferem ao destilado um
tom amarelado e aprimoram a qualidade de sabor e aroma da bebida, ou ainda,
como o jequitibá que não altera a cor da cachaça. Nos barris, a cachaça
permanece “descansando” por um certo tempo, sofrendo o processo de maturação
(envelhecimento), ocasião em que melhoram suas qualidades sensoriais, pois
cada tipo de madeira dá um toque especial, deixando a cachaça mais ou menos
suave, adocicada ou perfumada, dependendo do tempo de envelhecimento.
De
acordo com a Legislação brasileira, a cachaça não pode sofrer a adição de
nenhum aroma natural ou artificial. Desse modo, o aroma apresentado pela
Cachaça Caribeña é oriundo dos processos de fermentação, destilação e
envelhecimento. O nosso produto final apresenta 40% de álcool (80 PROOF) em
volume, a 20 graus Celsius. |
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Nosso
processo de engarrafamento utiliza equipamentos que garantem, um alto padrão
de higiene e qualidade. Este processo consiste, primeiramente, na lavagem e
esterilização das garrafas. A segunda etapa é o envasamento das mesmas, mas
antes, a cachaça passa por dois tipos de filtros diferentes, garantindo a
ausência de qualquer tipo de impureza no nosso produto. A etapa seguinte é o
fechamento das garrafas utilizando tampas personalizadas com o logo Caribeña,
após coloca-se o rótulo e o lacre de garantia na superfície externa da
garrafa.
E por
último ocorre o empacotamento do produto, ode as garrafas são colocadas em
caixas com capacidade para doze unidades. |
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